sábado, 3 de setembro de 2011

39#


bed, black and white, girl, room
eu não sei o que mais possa fazer, não me sinto capaz de continuar, e isso assusta-me imenso.

não sei quando posto nova parte da história., a inpiração não me tem visitado. :x

38#

Começo a pensar se isto não é uma nova página da minha vida que tenho de virar, um novo capítulo que vou começar que não pode, não deve ser igual ao anterior, mas mesmo assim manter a sua essência, o seu interior, aquilo que faz ser o que é.

o crescimento está em nunca parar de tentar ser diferente, mantendo-nos fieis a nós mesmos.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

37#

já somos noventa e nove, e eu nem sei como foi acontecer, mas agradeço-vos a todos, porque são vocês que me dão força para eu continuar, mesmo nos momentos em que vou abaixo e sinto vontade de terminar com este meu cantinho, correcção, com este nosso cantinho. esta semana não foi fácil para mim, mas mesmo assim não me deixaram de dar apoio, e de fazerem com que o meu animo subisse. por isso, e por tudo mais, OBRIGADA.

ILOVEMYFOLLOWERS ♥

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

«ela diz que sim»


1º desafio do selo do bog da Anne Marie- calha assim



Autumn-436-web_large“a vida continua”, é o que toda a gente me vai dizendo, enquanto me tentam consolar. E eu pergunto-me como, hoje faz três meses que me deixaste, deixaste-me de uma maneira impossível de conceber mesmo agora, não pude lutar por ti, não pude tentar fazer-te voltar para mim, porque no dia em que disseste para eu te apagar do meu coração, apagaste também a tua imagem, a tua vivência, a tua própria forma de ser. Sinto-me revoltada por não ter tido oportunidade de te fazer meu, quando era o que eu mais queria. Por apesar de teres acabado com o “nós” que existia, nem deixaste o meu “eu” salvar o teu “teu”. Ainda me pergunto como é que se passou, como é que deixaste este nosso mundo, penso sempre nisto nos meus momentos mais depressivos, gostava de saber se morrer dói, ou se apenas nos liberta. Nunca tinha pensado a sério nisto, mas quando comecei a perceber que esta mágoa que me deixaste no peito, nunca ia desaparecer, comecei a tentar ganhar coragem para, acabar com o espaço de tempo que faltava para nos encontrarmos de novo. Pensei nisso durante três meses. Até hoje. Andava a sentir-me mal, enjoada, e então decidi ir ao médico. Fiz análises ao sangue e esperei pelo resultado, sempre a pensar se afinal ia deixar este mundo sem ser considerada suicida. Mas quando a médica falou. Todas essas ideias apagaram-se da minha mente, «está grávida», repeti a palavra grávida. E ela disse-me que sim.  E eu sorri. Tu desapareceste do meu mundo, mas deixaste-me uma parte de ti. E essa parte não me ia deixar ir ter contigo, mas eu não me importava, apesar de tudo, este era o sinal que eu podia continuar a viver sem ti, mas sempre contigo.

domingo, 21 de agosto de 2011

selo oficial.*

queridos seguidores e visitantes, esta semana criei um selo oficial e hoje lembrei-me de vos avisar, que quem o quiser levar, pode. basta ir ao separador «selo oficial» e levá-lo. nesse separador, em conjunto ao selo estão também as regras. espero que gostem. (:







agradecia que não comentasse neste post. se pudesse ser. (:

sábado, 20 de agosto de 2011

diz-me.

Pendura-me numa árvore. Deixa-me lá, a apanhar o frio, o vento, o orvalho. E depois volta, volta e torna-te parte de mim, ao combateres ao meu lado, para me sentir quente, e confortável. Agarra-me e puxa-me numa tentativa de me tirar de lá. Agarra-me e faz um último esforço, por mim, para me mostrares o que és capaz de fazer por mim, o que és capaz de fazer, se eu desistir, de mim, de ti, do mundo. Para eu saber com quem contar quando quiser subir alto e deixar-me lá ficar. Para ser capaz de perceber se faço a escolha certa quando faço-te parte do meu mundo, para eu saber que apesar de me levares até lá, apesar de me levares até onde sabes que eu vou sofrer, o faças na mesma para eu aprender outra lição de vida, para saber, se quando eu não conseguir continuar a lutar sozinha, e dizer preciso de ti, estejas lá a minha beira, a lutar contra tudo ao meu lado, numa união, tal como a amizade tem de ser, para eu saber que contigo posso contar, e que não me vais abandonar, de novo. A vida é um conjunto de jogos, e desta vez lanço-te um desafio. Se te pedisse tudo isto, aceitavas, e continuavas comigo?

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

33#

ela: eu sei que fui uma parva.
eu: mas mesmo assim levas-me sempre para o meio das tuas lutas.
ela: desculpa.
eu: pois.

apesar de tudo o que me fazes passar, o que me deixa mais triste é que eu não consigo dizer-te que não. quando queres voltar a fazer parte da minha vida, sbestf.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

32#


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apenas quero fazer uma loucura, uma vez na vida. há problema ?

terça-feira, 16 de agosto de 2011

31#


Apetece-me gritar, apenas, dar um berro e sentir-me livre deste desconforto que me percorre por dentro, desta irritação que tu me provocaste.
contigo aprendi que nem todas as amizades valem a pena.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

30#


Para que vale dizer o que se sente, se o sentimento é sentido, e não falado ?

terça-feira, 2 de agosto de 2011

desculpa.

Raquel, peço-te desculpa, sei que por vezes sou injusta para ti. sei que muitas vezes te magoo por actos ou por palavras apenas. sei que erro inúmeras vezes contigo e também sei que me perdoas sempre e continuas ao meu lado a dar-me apoio.
sei que não sou assim. porque quando és tu que erras, a única coisa que faço é desprezar o teu pedido de desculpas, desprezar-te. sei que sou assim, tenho conciência dos meus defeitos, e não me orgulho, mas sabes as razões porque sou assim.
mas espero que, apesar das vezes em que te magoar, fazer chorar, ou apenas desprezar, te lembres que eu AMO-TE VERDADEIRAMENTE, e apesar de não termos o titulo, és a minha melhor amiga, és quem me conhece melhor.
então por isso mesmo, te peço agora desculpa, por todas os erros que cometi no passado e que irei cometer no futuro.
desculpa, & lembra-te sempre que te amo verdadeiramente !

sexta-feira, 29 de julho de 2011

28#

vocês são a razão porque eu continuo a escrever.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

27#

acredito, eu acredito, porque acreditar é ter esperança e quando a esperança acaba tudo acaba por desmoronar.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

26#

-i just wanna fly !

terça-feira, 26 de julho de 2011

25#

tu és apenas aquela memória que não saí do meu pensamento.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

24#

gosto de sentir o mar dentro de mim, de sentir a agua salgada a percorrer o meu corpo & de sentir-me ofegante pelo esforço de nadar. gosto apenas porque gosto, sempre o admirei. desde pequenina que queria ser uma sereia só para poder dizer que a minha casa era no mar. mas agora que cresci, continuo-o a dizê-lo, não por ser uma sereia, mas sim por ser lá que dou os sorrisos mais puros, que solto as gargalhadas mais chilreantes, que me divirto como se fosse novamente criança, porque é no mar que eu sinto-me simplesmente FELIZ, & é ao mar que eu chamo de lar.

peixes !

23#

o perdão é algo muito dificil de conseguir, é verdade, mas não há melhor solução do que o de tentar
alcançá-lo.

domingo, 24 de julho de 2011

22#

a verdade é que já chorei, e irei chorar por quem não merece e contra isso não há nada a fazer.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

21#

(exacto)

20#

(exacto)

19#


mostraste-me o caminho, mudaste o meu destino, mas agora que chegamos ao fim da saída, podes largar-me a mão, que agora é comigo, vou escrever a minha história, para um dia te poder mostrar, e agora sem mais demora, adeus que me vou libertar, para um dia ser capaz de voar.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

18#

- aprendi algo contigo, que nunca imaginei que fosses tu a ensinar-me.
- ensinaste-me que não vale a pena confiar, porque as pessoas arranjam sempre maneira de destruir essa confiança.
- hoje já não estou zangada, apenas estou desiludida, resignada, e no fundo do meu ser, sei que nunca mais serei capaz de confiar da mesma maneira.

- por isso, até um dia. :c

quarta-feira, 20 de julho de 2011

irrealidade

tique-taque, tique-taque, tique-taque.. o relógio continua a fazer esse barulho irritante. situo-me num canto do quarto abraçada as pernas enquanto penso em tudo, mas aquele som não me deixa pensar. por isso levanto-me e com alguns movimentos retiro as pilhas ao relógio e volto ao meu lugar. lanço a cabeça para trás e tento visualisar a imagem do meu quarto, simples, ainda um pouco de menininha penso eu.(mas a minha mãe não quer renovar o quarto por agora), mas está demasiado escuro para conseguir ver algo nitido e a única coisa que vejo são sombras, sombras distorcidas de uma realidade infinita. nem sei porquê este meu estado de espirito, as férias de verão tinham acabado de começar, o sol estava no céu, e eu só queria aproveitar. sinto-me uma parva, uma completa e total palerma por estar assim aqui sentada na escuridão sem nada ter acontecido de realmente grave para me sentir assim, como ? só ? sim pode-se dizer que sim, sinto-me só, sem ninguém a quem me agarrar. sei que a culpa até é minha porque chega esta altura e a única coisa que eu não consigo é manter amizades, parece que afasto tudo e todos, apenas por ter vontade de ter uns minutos para mim, apenas por querer mudar, e querer voltar a supreender todo o mundo, e o apenas continua a perseguir, quase como se tivesse vontade própria, quase como se fizesse parte de uma metade da minha vida, naquela onde eu apenas vivo um dia de cada vez, ou apenas prefiro ficar em casa. sinto-me a correr de um lado para o outro sem ter tempo para mim, mas ao ver bem, como é que a minha vida se tornou tão vazia de um momento para o outro. não sei mas também não estou a espera de descobrir. levanto-me e vou até a janela, puxo a persiana para cima para o sol enviar luz para o meu quarto, mas ele não faz só isso, envia luz para mim, sua seguidora durante o dia. sinto-me a brilhar por fora e por dentro, e todas as minhas dúvidas e sentimentos de solidão desaparecem como por magia, e percebo que cometi um grande erro, não é a escuridão que me vai dar as respostas que eu preciso, mas sim, vai ser o sol a guiar-me até as metas que eu quero alcançar.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

16#


eu tenho uma ursinha muito fofinha que me liga a minha infância, e ela ? sei que nunca me vai abandonar,
tal como eu nunca a irei abandonar.


domingo, 10 de julho de 2011

15#

I want the freedom to choose, I could build my life for the vision that was given me.
I just want to be free.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

é o nosso mundo.

Um dia disseram-me para não ter medo de sonhar, para não ter medo de proclamar aquilo em que acredito.
Um dia disseram-me que no mundo havia pessoas más, mas eu, na minha fiel inocência pensei que se pedisse muito isso mudaria.
Um dia pensei que o mundo era o reflexo dos meus sonhos, onde não havia tristeza, apenas sorrisos puros, risos chilreantes que enchem o mundo de alegria.
Mas cresci e apenas ficaram os pensamentos inocentes de uma criança pura.
Cresci e dei conta da maneira que o mundo não é aquele conto de fadas que eu pensava que era, ou antes sonhava que seria.
Cresci e deixei de pensar na maneira que o mundo me desilude, apenas aprendi a viver com ele.
E agora sei que mesmo que peça muito essas pessoas não deixaram de existir, e apenas temos de aprender a viver com elas.
E também aprendi a reconhecer que o mundo não é o reflexo dos meus sonhos, é apenas a miragem deles.
mas apesar de tudo ? foi este o mundo que me acolheu e a ele devo a minha vida.

domingo, 3 de julho de 2011

13#

quero o impossivel, já que o possivel é demasiado fácil de conseguir.
quero seguir os meus sonhos, voar ao sabor do vento e sorrir de felicidade.
quero olhar para trás e poder dizer marquei e fui marcada por isso não me tenho de arrepender do passado.
quero, quero, quero e vou lutar por isso, porque não basta querer, é preciso lutar e vencer.
e um dia vou olhar para trás e dizer apenas que não passei apenas pela terra, mas sim :
que vivi o máximo que pude e não me arrependo de nada.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

sim, somos assim.

Nós somos : teimosas, orgulhosas, tímidas, sentimentais, sensuais, queridas, e somos capazes de mudar sempre que queremos. Temos aquele sentido de classe, somos capazes de colocar uns saltos altos e um vestido justinho e sentirmo-nos a rapariga mais bonita do mundo, apenas queremos ser amadas, e senti-lo. Gostamos de ter com quem desabafar quando pensamos que  o nosso mundo desabou. Podemos queixar-nos de ter-mos caído sem nos considerarem mariquinhas. Queixamo-nos da maneira que os homens tem sorte de não terem TPM e não precisarem de usar saltos altos para se sentirem altos. Podemos passar um dia deitada na cama a ver um filme no computador e a comer pipocas e sentirmo-nos contentes na mesma. Descobrimos no chocolate e no gelado uma forma de afogar a tristeza. Somos capazes de ser superficiais muitas vezes, mas quando é mesmo importante só nos importa os sentimentos.
Somos apenas mulheres, num mundo povoado de homens e mulheres onde o homem é considerado superior, onde a mulher ganha 75cent. por cada 1euro que o homem ganha.
Mas se olhar-mos bem os homens que são homens não seriam nada sem terem uma mulher, e bem, aqueles que nem homens são, coitadinhos, nem uma mulher devem ter.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

11#

toda a gente merece brilhar, e todos nós um dia vamos brilhar como nunca antes brilhámos, porque acreditamos que isso vai acontecer, e o acreditar é tudo !

domingo, 26 de junho de 2011

10#

é na praia que eu me sinto bem, é na praia que eu encontro o meu porto seguro; e hoje fui a praia com o meu orgulho, e foi muito booooom ! (á)


sexta-feira, 24 de junho de 2011

9#

I want beach, sun, friends and summer !


domingo, 12 de junho de 2011

8#

Sorrio a sonhar, sorrio acordada,
sorrio apenas porque sorrio, porque a vida é uma palhaçada.
Magoa-se quem é amigo, sem atenção prestar,
E ainda com carinho se o vai cuidar.
Se a ti não faz sorrir, acredita que a mim faz,
Porque a vida é feita para viver,
E não para olhar para trás.

terça-feira, 31 de maio de 2011

bem, é assim.

Tudo bem, nós queremos rapazes boa onda, sensíveis, sedutores, sensuais, engraçados que consigam deixar-nos ser ar, basicamente um príncipe encantado dos tempos modernos. Todas nós sabemos como os queremos, mas a verdade é que nem sempre os conseguimos encontrar.
Queremos aquele tipo de rapaz que nos saiba levar ao céu apenas com palavras e que nos compreenda e nos faça sentir seguras.
E depois temos sorte e aparece-nos um, primeiro pensamos na nossa sorte, mas depois já começamos a pensar no que ele deve ter visto em nós e começamos a fazer as nossas crises de ciúmes. Passamos o tempo todo a arranjar discussões e quando esse rapaz acaba por se fartar e diz que acabou, nós fechamo-nos no quarto a chorar e a dizer que ele nunca gostou de nós verdadeiramente e que só nos usou, pomos as culpas do fim da relação em cima dele e nunca pensamos que os rapazes também têm sentimentos. Chamamos-lhe nomes e rasgamos as fotos dele. No dia a seguir vestimo-nos para matar e para deixar os olhos dos rapazes em bico.
Depois aparece-nos aqueles “actores” bonitinhos mas que é só filme, diz que nos ama e caímos na sua cilada. Namoramos e está tudo bem até ele querer forçar-nos. Dizemos que não e ele começa a dizer que vai deixar-nos. Começamos a chorar mas conforme a nossa personalidade, ou cedemos ou fugimos. Mas nos dois casos a verdade é que vamos continuar a pensar naquele príncipe encantado que era tudo o que nós queríamos mas que o deixamos fugir por falta de confiança.
E um dia passamos por ele, e ele está com os olhos brilhantes a sorrir para uma rapariga. Ele vê-nos mas a única coisa que fazemos é baixar a cabeça porque na verdade sentimos que se não fossemos autodestrutivas estávamos no lugar daquela rapariga e nunca nos tínhamos envolvido com o tal “actorzinho”
E aí perdemos aquele conto de fadas que queríamos ter e tornamo-nos naquelas raparigas revoltadas com a vida. Porque queixamo-nos, queixamo-nos e queixamo-nos mas quando aparece aquele rapaz que é o Tal, apenas o deixamos escapar por entre os dedos e com o medo de o perder acabamos por causar um fim.

sábado, 14 de maio de 2011

6#

obrigada por quem és.obrigada por me teres feito crescer, por me teres ensinado o valor da verdadeira amizade.
por apesar de nos termos afastado, estares lá sempre.
obrigada por mesmo sem querer me abrires os olhos àquilo que eu não vejo à primeira vista.
e obrigada por teres marcado o meu coração com a nossa amizade linda :S

sexta-feira, 29 de abril de 2011

I-R-R-I-T-A

Irrita-me não conseguir libertar-me dos meus fantasmas de não ser capaz de transpor os meus sentimentos para uma folha de papel, de não conseguir mesmo que tente e tente, e cada vez tente com mais força até me dar por vencida e cansar-me de tentar, falho tanto que já não consigo levantar a cabeça e considerar-me vencedora. E acima de tudo irrita-me não conseguir escrever mais que umas meras palavras sem ordem e sem contexto. A verdade é que neste momento tudo me irrita. Amizades, escola, família. TUDO! Sinto-me rebaixada como se fosse tratada como escrava, mesmo sabendo que não o sou. Sinto-me a segunda escolha para tudo e para todos, como a amiga que fica de lado a espera da sua vez. Sinto-me exausta com tantos disse-que-disse, com tantas desilusões, com… tantos sentimentos contraditos a percorrer o meu corpo, com tantas memórias dolorosas a percorrer a minha mente... E depois empanco como sempre acontece quando o que mais desejo é continuar e continuar até já ter esgotado as palavras que existem, quando conseguisse dar um sentido a tudo isto que está a aparecer no ecrã que se encontra a minha frente.
Mas não consigo e já não tenho forças para tentar de novo e falhar de novo. Por isso por aqui fico e pode ser que um dia tudo volte a ser o que um dia chegou a ser e eu consiga seguir os meus sonhos até ao fim do caminho.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

4#

meu amor, contigo não me preocupo,
porque sei que irás ser para sempre.

terça-feira, 26 de abril de 2011

3#


A verdade é que queria seguir em frente de cabeça erguida e esquecer tudo e
todos, mas o querer não é tudo, e se quiser ser honesta tenho de dizer: quero,
mas sei que nunca vou conseguir :c

sábado, 15 de janeiro de 2011

permaneço.

Permaneço na escuridão do meu quarto, como ruído de fundo ouço o riso do meu irmão e as palavras da minha mãe.Permaneço na solidão do meu quarto, sem forças e sem expressão no olhar, as lágrimas percorrem-me o rosto e eu nem ligo, porque sei que não vale a pena tentar apanhá-las, que elas não se vão esgotar.Permaneço na tristeza do meu quarto, sem o olhar conseguir levantar. Uma raiva percorre todo o meu ser, e eu não aguento mantê-la invisível. O telemóvel toca e eu deixo tocar, quando para, pego nele, e na irreflexão de um movimento atiro-o ao chão, ao tentar expulsar a mágoa do meu corpo.Tento me abstrair, esquecer que o mundo existe, esquecer o chão que debaixo dos meus pés está. Tento me esconder para ninguém me puder encontrar, fecho tudo até a escuridão absoluta me encostar a parede, sem escapatória para confessar tudo o que passa, deito-me no chão, atenta ao bater do meu coração a espera que a minha boca consiga prenunciar as palavras presas no meu coração, palavras que estão irredutivelmente trancadas a sete chaves a que ninguém pode ceder. O coração continua a proporcionar sangue a todo o meu corpo, a minha respiração continua calma e despida de emoção, mas sei que algo não bate certo, porque a minha alma está vazia, e isso acho que não há maneira de mudar, com alma vazia, mas com coração a bater, tento ultrapassar mais um dia sem desfalecer, e, quando a noite chego a casa, no quarto me fecho, a espera que o destino chegue, e que cumpre o destino a que eu sempre estive destinada.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

end.

construo um muro para me proteger das histórias falsas que tanto se conta. fecho os olhos e peço que a noite venha para me acolher, abro timidamente os olhos para ver se o meu desejo se concretizou, mas não, ainda é dia e o sol está no céu pronto para mostrar as imperfeições de algo perfeito, as lágrimas começam a cair e eu vejo o meu coração a ser despedaçado, penso que isto talvez seja um pesadelo, e belisco-me para ter a certeza, mas não acordo, as lágrimas caem com mais força e eu abro os olhos para ver as horas, o despertador está mesmo ao meu lado e quando olho para ele, chamo-o mentiroso, porque a lua não está no céu e já devia estar. espero mais um pouco, à espera que ela venha, mas ela não aparece, e eu fico com medo por ela, e por mim. determinada, levanto-me e saio de casa com uma faca na mão, tenho mais medo do dia do que da noite, e assim sinto-me mais protegida, percorro as ruas, de madrugada, e percebo que algo aconteceu, a lua não apareceu, então sinto-me vazia. caminho, caminho, caminho, e nada, as lágrimas percorrem-me mais uma vez, e eu só penso «parem por um minuto, por favor», mas não vale a pena, elas continuam a cair, já não tenho força para mais, e por isso sento-me a um canto, sinto-me perdida, a lua não me veio dar apoio, e eu não sei o que fazer, sinto o meu corpo dormente e encosto-me a parede, sinto fome, sinto sede, sinto dor,  e não aguento mais, com dificuldade abro os olhos e olho para a faca. e num gesto irracional espeto-a no meu peito, e espero que isso seja suficiente, o sol queima e eu sinto-o a sorrir, depois uma calma percorre o meu ser, e eu pensei: «a lua não apareceu, então será o meu fim.»